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Após Reverberações: A Dança Infindável da Transferência e Contratransferência na Clínica Atual

Após Reverberações: A Dança Infindável da Transferência e Contratransferência na Clínica Atual

A Escola Paulista de Psicanálise (EPP) promoveu, em 14 de abril de 2026, um encontro que reverberou profundamente nas mentes e corações dos participantes: a discussão sobre a Transferência e Contratransferência na clínica atual. Este tema, que constitui a própria seiva da experiência analítica, convida-nos a um mergulho nas profundezas da relação humana, onde o passado se faz presente e o inconsciente tece suas complexas tramas. Não se trata apenas de conceitos, mas da própria substância que anima o encontro terapêutico, revelando a intrincada dança entre analista e analisando.
Psicanálise e Contemporaneidade: Decifrando os Novos Sintomas da Subjetividade

Psicanálise e Contemporaneidade: Decifrando os Novos Sintomas da Subjetividade

Em um mundo que se acelera a cada instante, onde as fronteiras entre o real e o virtual se diluem e as exigências sociais se multiplicam, a psicanálise é constantemente desafiada a renovar seu olhar sobre o sofrimento humano. A subjetividade contemporânea se manifesta através de sintomas que, por vezes, parecem escapar às categorias tradicionais, exigindo de nós, psicanalistas e estudiosos, uma escuta atenta e uma capacidade de teorização em constante atualização. É nesse contexto que o tema "Psicanálise e contemporaneidade: novos sintomas" se torna não apenas relevante, mas urgente para a nossa prática e reflexão.
Formação ou Pós-Graduação EAD: Desvendando Caminhos na Psicanálise

Formação ou Pós-Graduação EAD: Desvendando Caminhos na Psicanálise

A jornada rumo ao aprofundamento na psicanálise é um convite à reflexão e ao autoconhecimento, mas também exige uma escolha consciente sobre o percurso formativo. Diante da diversidade de opções, como a Formação em Psicanálise e as Pós-Graduações, é natural surgirem dúvidas sobre qual modalidade melhor se alinha aos anseios e objetivos de cada indivíduo. Na EPP, compreendemos essa encruzilhada e nos dedicamos a oferecer clareza, apresentando as particularidades de cada caminho para que a decisão seja informada e segura, pavimentando uma trajetória sólida no campo psicanalítico.
Decifrando o Caminho: Formação em Psicanálise ou Pós-Graduação EAD?

Decifrando o Caminho: Formação em Psicanálise ou Pós-Graduação EAD?

A Escolha Fundamental na Jornada PsicanalíticaA aspiração de se aprofundar na psicanálise, seja para a prática clínica ou para o enriquecimento intelectual, frequentemente se depara com uma encruzilhada: qual o melhor caminho formativo? Na Escola Paulista de Psicanálise (EPP), compreendemos que essa decisão é crucial e merece ser tomada com clareza e discernimento. Nosso compromisso é oferecer percursos de excelência, reconhecidos pelo MEC em parceria com a FaCiencia, que atendam às diversas necessidades e objetivos de nossos futuros psicanalistas e estudiosos. É um convite à reflexão sobre as modalidades que moldarão sua trajetória.
Reverberações: Psicanálise e Contemporaneidade – Desvendando Novos Sintomas

Reverberações: Psicanálise e Contemporaneidade – Desvendando Novos Sintomas

A psicanálise, desde suas origens, sempre se debruçou sobre as manifestações do sofrimento humano, buscando compreender suas raízes e complexidades. Contudo, a contemporaneidade nos impõe um cenário de transformações vertiginosas, onde as fronteiras entre o real e o virtual se diluem, as relações se reconfiguram e as exigências sociais se intensificam. Nesse contexto, a clínica psicanalítica é desafiada a revisitar seus conceitos e a ampliar seu olhar para os "novos sintomas" que emergem, demandando uma escuta atenta e uma reflexão aprofundada sobre a subjetividade.
O Corpo na Psicanálise: De Freud a Winnicott – Uma Reflexão Preparatória para o Reverberações

O Corpo na Psicanálise: De Freud a Winnicott – Uma Reflexão Preparatória para o Reverberações

A psicanálise, em sua gênese e desenvolvimento, sempre se debruçou sobre a complexidade do corpo, não como uma entidade meramente biológica, mas como um território intrinsecamente ligado à constituição do sujeito e à manifestação do inconsciente. Desde as primeiras formulações freudianas sobre a histeria e as pulsões, o corpo emerge como o palco onde se encenam os dramas psíquicos, as proibições e os desejos mais recônditos. É nesse espaço que a dor se converte em sintoma, que o afeto se cristaliza e que a história singular de cada um se inscreve, muitas vezes de forma cifrada e enigmática.
Reverberações: Psicanálise e Contemporaneidade: Novos Sintomas

Reverberações: Psicanálise e Contemporaneidade: Novos Sintomas

Em um mundo em constante e acelerada transformação, a psicanálise se vê diante do desafio de compreender e dialogar com as novas configurações do sofrimento psíquico. A contemporaneidade, marcada pela fluidez das relações, pela superabundância de informações e pela pressão por desempenho, engendra sintomas que, embora manifestem o mal-estar inerente à condição humana, apresentam-se com roupagens e intensidades distintas das observadas em épocas anteriores.
Reverberações: A Dinâmica da Transferência e Contratransferência na Clínica Atual

Reverberações: A Dinâmica da Transferência e Contratransferência na Clínica Atual

A prática psicanalítica, desde seus primórdios com Freud, tem na transferência e na contratransferência pilares fundamentais para a compreensão e o manejo do processo terapêutico. Estes fenômenos, que se manifestam na relação entre analista e analisando, são muito mais do que meras reações emocionais; eles constituem o campo onde as repetições inconscientes se atualizam, oferecendo uma oportunidade única para a elaboração e a transformação. Na Escola Paulista de Psicanálise (EPP), dedicamo-nos a explorar a profundidade desses conceitos, reconhecendo sua vitalidade e complexidade na clínica contemporânea.
Após Reverberações: A formação do psicanalista: tripé e supervisão — Reflexões e Desdobramentos

Após Reverberações: A formação do psicanalista: tripé e supervisão — Reflexões e Desdobramentos

A Arquitetura da Alma Analítica: O Tripé e Seus FundamentosO recente encontro das Reverberações na Escola Paulista de Psicanálise (EPP) nos convocou a uma meditação sobre a própria gênese do psicanalista, sobre a estrutura invisível que sustenta sua prática. Não se trata de um mero acúmulo de saberes, mas de uma alquimia complexa, onde o intelecto se funde à experiência vivida. O tripé freudiano — conhecimentos teóricos, supervisão e análise pessoal — não é um dogma, mas a bússola que orienta o navegante pelos mares turbulentos do inconsciente, garantindo que a jornada seja tanto profunda quanto eticamente balizada. É a partir desta tríade que se edifica a capacidade de escuta e intervenção, elementos cruciais para a travessia analítica.

Nem Sísifo, nem Prometeu, apenas Seres no Jardim das Delícias

Por Lúcia Nogueira Leiria - No lado avesso do avesso do problema econômico do masoquismo, por detrás de mulheres submissas e homens castrados, há uma espécie de caleidoscópio que, dependendo do ângulo de que se olha, reflete não padrões simétricos, mas estruturas complexas em constante mudança – andrógenos, assexuados, hermafroditas, fálicos, eunucos, queers. Nesse emaranhado de luzes, também podem ser avistados, por entre espelhos e fragmentos de vidros coloridos, os contornos de Sísifo e Prometeu apontando os caminhos para as mulheres contemporâneas. Freud teorizou sobre o masoquismo a partir de um corpus masculino, associando esse conceito ao princípio do prazer e ao princípio de realidade, propondo que o sujeito masoquista faz do sofrimento uma fonte de prazer. Trata-se, segundo ele, de um comportamento tipicamente feminino, já que estas características femininas – subjugação, humilhação, submissão, priorização do outro etc. – tornam as mulheres mais vulneráveis e mais propensas à busca do prazer no sofrimento. Além disso, a natureza castrada deixa-as menores diante do masculino, intensificando esse modo sofredor de movimentar-se no mundo. Vale lembrar que Freud viveu e elaborou sua teoria na virada do século XIX para o XX, época que, embora não possa ser comparada com a contemporaneidade, foi o tempo e o palco dos costumes que deram origem à psicanálise, saber que abriu espaço para que hoje nós – homens e mulheres – possamos pensar sobre os desafios e as alegrias da arte do viver. Naquela Áustria austera, dos vestidos longos e dos camisolões brancos usados para dormir com os maridos, o normal era as mulheres caminharem lado a lado com Sísifo. Condenadas a rolar suas vidas à sombra dos homens, iam empurrando cotidianamente seus desejos sufocados, as tarefas domésticas, a vida do lar, o cuidado do outro, de forma invisível e sem reconhecimento. Quando enxergadas, ou era para abrigar os traços da histeria, ou para facilitar a compreensão de um comportamento estudado a partir de um corpus masculino: o masoquismo. Porém, à lição do mestre que encontra sentido na repetição, elas também foram ressignificando seus papéis, desafiando regras e posições e rompendo limites. Daí surge uma mulher que ousa roubar o fogo dos seus guardiões para queimar sutiãs, incendiar seus desejos e manter acesa a chama do prazer, a mulher-Prometeu, irreverente que só. Por desejo ou necessidade, deixou crescer o falo, lutou por acesso à educação, à ciência e à cultura e foi encontrar os homens no sexo, no mundo do trabalho, na academia, na política, na literatura. Esse ato de coragem, entretanto, não é isento de castigo; essa mulher enfrenta resistência, críticas e punição social semelhantes às impostas ao gigante mitológico ao roubar o fogo dos deuses para a evolução dos humanos.Ao ser libertada por Hércules, com o fígado regenerado e as brasas ainda ardentes, essa mulher, certamente desafiada pelo pensamento freudiano, acende os pontos de luz de sua rede neural e põe-se a pensar sobre onde, de fato, reside o masoquismo. À luz das teorias feministas, defende que o masoquismo feminino é, na verdade, resultado de construções sociais e culturais que reforçam papéis de gênero opressores. O debate, então, posiciona suas lentes para identificar como a sociedade molda os comportamentos masculinos, femininos, gays, lésbicos e tais, em vez de apenas atribuir características essenciais a um gênero ou outro. De volta ao caleidoscópio maluco que nada tem de simetria, na difícil tentativa de configurar as estruturas complexas em constante mudança, na impossibilidade de engessar o tempo e os costumes, e na consideração da importância do social para a formação de nossa personalidade, vale aceitar nossas veredas internas, retas ou tortuosas, repletas de encruzilhadas, e depararmo-nos com nós mesmos, mulheres fálicas e/ou masoquistas, homens masoquistas e/ou fálicos. Todos com direito a uma vida livre de padronizações e formatos, lindamente representados e eternizados nas figuras do Jardim das Delícias, de Bosch.
Reverberações: A Dinâmica da Transferência e Contratransferência na Clínica Atual

Reverberações: A Dinâmica da Transferência e Contratransferência na Clínica Atual

A psicanálise, desde seus primórdios com Freud, nos convida a um mergulho profundo nas complexidades da mente humana, e poucos conceitos são tão centrais e dinâmicos quanto os de transferência e contratransferência. Estes fenômenos, que se desdobram na relação analítica, são o próprio motor do processo terapêutico, revelando as repetições inconscientes e os padrões relacionais que o analisando traz consigo. Compreender suas nuances e seu manejo é um desafio constante e uma arte que se aprimora com a experiência e a reflexão contínua, exigindo do analista uma escuta atenta e uma sensibilidade apurada para as manifestações do inconsciente.
Reverberações EPP: A Essência da Transferência e Contratransferência na Clínica Atual

Reverberações EPP: A Essência da Transferência e Contratransferência na Clínica Atual

Na jornada da psicanálise, alguns conceitos permanecem como pilares inabaláveis, mesmo diante das transformações sociais e clínicas que testemunhamos. A transferência e a contratransferência são, sem dúvida, dois desses fenômenos fundamentais, que continuam a nos convidar a uma profunda reflexão sobre a dinâmica da relação analítica. Compreender suas manifestações e seu manejo é essencial para qualquer profissional que se dedique à escuta do inconsciente, pois é nesse campo relacional que grande parte do trabalho terapêutico se desenrola e se potencializa.