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A Análise Pessoal: O Coração Pulsante da Formação Psicanalítica

A Análise Pessoal: O Coração Pulsante da Formação Psicanalítica

A jornada para se tornar um psicanalista é um caminho intrincado de descobertas, tanto teóricas quanto pessoais, alicerçado no tripé fundamental proposto por Freud: o estudo da teoria, a supervisão clínica e, inegavelmente, a análise pessoal. Este último pilar, muitas vezes percebido como um requisito formal, revela-se na prática como a essência da formação, o laboratório onde o futuro analista lapida sua principal ferramenta de trabalho: sua própria subjetividade. É nesse espaço de acolhimento e escuta profunda que as dinâmicas inconscientes do indivíduo vêm à tona, permitindo uma elaboração que transcende o meramente intelectual.
Teoria Psicanalítica: por que estudar os clássicos? Uma Reflexão Preparatória

Teoria Psicanalítica: por que estudar os clássicos? Uma Reflexão Preparatória

A Perenidade dos FundamentosEm um cenário de efervescência teórica e pressões por respostas imediatas, a pergunta sobre a relevância dos clássicos psicanalíticos não é retórica, mas um convite à profunda reflexão. Não se trata de um apego nostálgico a um passado idealizado, mas da compreensão de que os alicerces conceituais forjados por Freud, Klein, Winnicott e os pós-kleinianos constituem a bússola indispensável para a navegação nas complexas águas do psiquismo humano. A solidez de uma formação psicanalítica reside na capacidade de dialogar criticamente com esses textos fundadores, extraindo deles a vitalidade para decifrar as novas configurações do sofrimento e das relações contemporâneas. É na densidade da teoria que encontramos a base para a inovação clínica.
A Análise Pessoal como Pilar Fundamental na Formação Psicanalítica

A Análise Pessoal como Pilar Fundamental na Formação Psicanalítica

A jornada para se tornar um psicanalista é um caminho que exige não apenas dedicação intelectual ao estudo da teoria, mas uma profunda imersão na própria subjetividade. A análise pessoal, um dos pilares do tripé psicanalítico estabelecido por Freud, emerge como o alicerce indispensável para a construção de um profissional apto a escutar e intervir na complexidade da psique humana. É nesse espaço de confidencialidade e acolhimento que o futuro analista é convidado a explorar suas próprias emoções, conflitos e padrões inconscientes, desvendando as camadas que o constituem.
O Corpo na Psicanálise: Uma Jornada de Freud a Winnicott

O Corpo na Psicanálise: Uma Jornada de Freud a Winnicott

A psicanálise, desde suas origens, tem se debruçado sobre a complexidade da experiência humana, e o corpo emerge como um campo de significados e manifestações psíquicas de profunda relevância. Freud, ao desvendar a histeria e a linguagem dos sintomas corporais, inaugurou uma nova forma de compreender como o inconsciente se expressa através do físico, mostrando que o corpo não é apenas biológico, mas também um palco onde dramas psíquicos são encenados. Suas formulações sobre as pulsões e as zonas erógenas também sublinham a centralidade do corpo na constituição do sujeito e na dinâmica do desejo, convidando-nos a uma escuta atenta às suas múltiplas vozes.
Após Reverberações: A Psicanálise e os Novos Sintomas da Contemporaneidade

Após Reverberações: A Psicanálise e os Novos Sintomas da Contemporaneidade

A existência, como um rio caudaloso, nunca é a mesma. Nossas almas, complexas e multifacetadas, refletem as correntes do tempo, e os sintomas que as habitam transformam-se, como nuvens no céu de um dia de verão. A recente edição de nossas Reverberações, focada na Psicanálise e Contemporaneidade e nos seus novos sintomas, foi um convite a contemplar essa metamorfose. Não se trata apenas de novas patologias, mas de novas formas pelas quais o antigo sofrimento se manifesta, exigindo de nós, psicanalistas e pensadores, uma escuta renovada e um olhar que transcenda o óbvio.
O Corpo na Psicanálise: Uma Jornada de Freud a Winnicott

O Corpo na Psicanálise: Uma Jornada de Freud a Winnicott

A psicanálise, desde seus primórdios, tem se debruçado sobre a complexidade do corpo humano, não apenas como uma entidade biológica, mas como um palco de manifestações psíquicas e um campo de significados inconscientes. Sigmund Freud, o pai da psicanálise, já nos primeiros estudos sobre a histeria, desvelou como o corpo se torna o depositário de conflitos e desejos reprimidos, expressando-se através de sintomas que desafiavam a lógica médica da época. Ele nos mostrou que o corpo fala, mesmo quando a palavra falha, carregando as marcas de nossa história e de nossas relações mais primitivas.
Decifrando a Escolha: Formação em Psicanálise ou Pós-Graduação EAD?

Decifrando a Escolha: Formação em Psicanálise ou Pós-Graduação EAD?

A jornada no campo da psicanálise é um convite à profundidade e ao autoconhecimento, mas o primeiro passo, a escolha do caminho formativo, pode gerar muitas questões. Na EPP, reconhecemos a importância dessa decisão e, por isso, dedicamos nossos esforços a esclarecer as distinções entre a Formação em Psicanálise e as Pós-Graduações, especialmente as modalidades EAD. Nosso objetivo é oferecer um panorama claro para que cada aspirante a psicanalista ou estudioso da área possa alinhar sua escolha às suas aspirações mais genuínas, construindo um percurso sólido e significativo.
O Corpo na Psicanálise: De Freud a Winnicott – Uma Jornada Reflexiva

O Corpo na Psicanálise: De Freud a Winnicott – Uma Jornada Reflexiva

A psicanálise, desde suas origens com Sigmund Freud, sempre se debruçou sobre a complexa relação entre o corpo e o psiquismo, reconhecendo-o não apenas como uma entidade biológica, mas como um palco de inscrições inconscientes e manifestações simbólicas. As primeiras formulações freudianas, ao explorar a histeria e as pulsões, já apontavam para a indissociável ligação entre o sofrimento psíquico e as expressões corporais, desvelando como o corpo fala aquilo que a palavra não consegue articular. É nesse campo fértil que a EPP convida para uma jornada de aprofundamento, buscando compreender as nuances dessa relação fundamental.
Decifrando os Caminhos da Psicanálise: Formação ou Pós-Graduação EAD?

Decifrando os Caminhos da Psicanálise: Formação ou Pós-Graduação EAD?

A Escolha Crucial na Jornada PsicanalíticaA psicanálise, com sua profundidade e complexidade, oferece múltiplos caminhos para aqueles que desejam mergulhar em seu universo teórico e prático. No entanto, a diversidade de opções pode gerar dúvidas, especialmente quando se trata de discernir entre uma formação psicanalítica completa e uma pós-graduação na modalidade EAD. Compreender as particularidades de cada percurso é fundamental para uma escolha alinhada aos seus objetivos profissionais e pessoais, garantindo que a jornada escolhida ressoe com suas aspirações mais profundas e com o tipo de atuação que se deseja construir no campo da saúde mental.
O Corpo na Psicanálise: Uma Jornada de Freud a Winnicott

O Corpo na Psicanálise: Uma Jornada de Freud a Winnicott

A psicanálise, desde suas origens, tem se debruçado sobre a complexa relação entre corpo e psique, desvendando as múltiplas formas pelas quais nossa existência corporal se entrelaça com o mundo interno e as relações. Compreender o corpo não apenas como uma entidade biológica, mas como um campo de significados, pulsões e experiências, é um dos grandes legados dessa disciplina. Na EPP, convidamos você a explorar essa jornada fascinante, que nos leva das formulações pioneiras de Freud às profundas reflexões de Winnicott, enriquecendo nossa visão sobre o ser humano.
Após Reverberações: A Dança Infindável da Transferência e Contratransferência na Clínica Atual

Após Reverberações: A Dança Infindável da Transferência e Contratransferência na Clínica Atual

A Escola Paulista de Psicanálise (EPP) promoveu, em 14 de abril de 2026, um encontro que reverberou profundamente nas mentes e corações dos participantes: a discussão sobre a Transferência e Contratransferência na clínica atual. Este tema, que constitui a própria seiva da experiência analítica, convida-nos a um mergulho nas profundezas da relação humana, onde o passado se faz presente e o inconsciente tece suas complexas tramas. Não se trata apenas de conceitos, mas da própria substância que anima o encontro terapêutico, revelando a intrincada dança entre analista e analisando.
Os Novos Sintomas da Contemporaneidade sob o Olhar da Psicanálise

Os Novos Sintomas da Contemporaneidade sob o Olhar da Psicanálise

A psicanálise, desde seus primórdios, tem se debruçado sobre as manifestações do sofrimento humano, buscando compreender as complexidades da subjetividade. Contudo, a sociedade contemporânea, marcada por transformações aceleradas, digitalização e novas formas de interação social, apresenta desafios inéditos que ressignificam a expressão dos sintomas. Não se trata apenas de uma mudança superficial, mas de uma profunda alteração na maneira como o sujeito se relaciona consigo mesmo e com o mundo, exigindo da psicanálise um olhar atento e uma capacidade de adaptação teórica e clínica.