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Decifrando o Caminho: Formação em Psicanálise ou Pós-Graduação EAD?

Decifrando o Caminho: Formação em Psicanálise ou Pós-Graduação EAD?

A Escolha Fundamental na Jornada PsicanalíticaA aspiração de se aprofundar na psicanálise, seja para a prática clínica ou para o enriquecimento intelectual, frequentemente se depara com uma encruzilhada: qual o melhor caminho formativo? Na Escola Paulista de Psicanálise (EPP), compreendemos que essa decisão é crucial e merece ser tomada com clareza e discernimento. Nosso compromisso é oferecer percursos de excelência, reconhecidos pelo MEC em parceria com a FaCiencia, que atendam às diversas necessidades e objetivos de nossos futuros psicanalistas e estudiosos. É um convite à reflexão sobre as modalidades que moldarão sua trajetória.
Após Reverberações: A formação do psicanalista: tripé e supervisão — Reflexões e Desdobramentos

Após Reverberações: A formação do psicanalista: tripé e supervisão — Reflexões e Desdobramentos

A Arquitetura da Alma Analítica: O Tripé e Seus FundamentosO recente encontro das Reverberações na Escola Paulista de Psicanálise (EPP) nos convocou a uma meditação sobre a própria gênese do psicanalista, sobre a estrutura invisível que sustenta sua prática. Não se trata de um mero acúmulo de saberes, mas de uma alquimia complexa, onde o intelecto se funde à experiência vivida. O tripé freudiano — conhecimentos teóricos, supervisão e análise pessoal — não é um dogma, mas a bússola que orienta o navegante pelos mares turbulentos do inconsciente, garantindo que a jornada seja tanto profunda quanto eticamente balizada. É a partir desta tríade que se edifica a capacidade de escuta e intervenção, elementos cruciais para a travessia analítica.
Reverberações: A Dinâmica da Transferência e Contratransferência na Clínica Atual

Reverberações: A Dinâmica da Transferência e Contratransferência na Clínica Atual

A prática psicanalítica, desde seus primórdios com Freud, tem na transferência e na contratransferência pilares fundamentais para a compreensão e o manejo do processo terapêutico. Estes fenômenos, que se manifestam na relação entre analista e analisando, são muito mais do que meras reações emocionais; eles constituem o campo onde as repetições inconscientes se atualizam, oferecendo uma oportunidade única para a elaboração e a transformação. Na Escola Paulista de Psicanálise (EPP), dedicamo-nos a explorar a profundidade desses conceitos, reconhecendo sua vitalidade e complexidade na clínica contemporânea.
Reverberações: Psicanálise e Contemporaneidade: Novos Sintomas

Reverberações: Psicanálise e Contemporaneidade: Novos Sintomas

Em um mundo em constante e acelerada transformação, a psicanálise se vê diante do desafio de compreender e dialogar com as novas configurações do sofrimento psíquico. A contemporaneidade, marcada pela fluidez das relações, pela superabundância de informações e pela pressão por desempenho, engendra sintomas que, embora manifestem o mal-estar inerente à condição humana, apresentam-se com roupagens e intensidades distintas das observadas em épocas anteriores.
O Corpo na Psicanálise: De Freud a Winnicott – Uma Reflexão Preparatória para o Reverberações

O Corpo na Psicanálise: De Freud a Winnicott – Uma Reflexão Preparatória para o Reverberações

A psicanálise, em sua gênese e desenvolvimento, sempre se debruçou sobre a complexidade do corpo, não como uma entidade meramente biológica, mas como um território intrinsecamente ligado à constituição do sujeito e à manifestação do inconsciente. Desde as primeiras formulações freudianas sobre a histeria e as pulsões, o corpo emerge como o palco onde se encenam os dramas psíquicos, as proibições e os desejos mais recônditos. É nesse espaço que a dor se converte em sintoma, que o afeto se cristaliza e que a história singular de cada um se inscreve, muitas vezes de forma cifrada e enigmática.
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Nem Sísifo, nem Prometeu, apenas Seres no Jardim das Delícias

Por Lúcia Nogueira Leiria - No lado avesso do avesso do problema econômico do masoquismo, por detrás de mulheres submissas e homens castrados, há uma espécie de caleidoscópio que, dependendo do ângulo de que se olha, reflete não padrões simétricos, mas estruturas complexas em constante mudança – andrógenos, assexuados, hermafroditas, fálicos, eunucos, queers. Nesse emaranhado de luzes, também podem ser avistados, por entre espelhos e fragmentos de vidros coloridos, os contornos de Sísifo e Prometeu apontando os caminhos para as mulheres contemporâneas. Freud teorizou sobre o masoquismo a partir de um corpus masculino, associando esse conceito ao princípio do prazer e ao princípio de realidade, propondo que o sujeito masoquista faz do sofrimento uma fonte de prazer. Trata-se, segundo ele, de um comportamento tipicamente feminino, já que estas características femininas – subjugação, humilhação, submissão, priorização do outro etc. – tornam as mulheres mais vulneráveis e mais propensas à busca do prazer no sofrimento. Além disso, a natureza castrada deixa-as menores diante do masculino, intensificando esse modo sofredor de movimentar-se no mundo. Vale lembrar que Freud viveu e elaborou sua teoria na virada do século XIX para o XX, época que, embora não possa ser comparada com a contemporaneidade, foi o tempo e o palco dos costumes que deram origem à psicanálise, saber que abriu espaço para que hoje nós – homens e mulheres – possamos pensar sobre os desafios e as alegrias da arte do viver. Naquela Áustria austera, dos vestidos longos e dos camisolões brancos usados para dormir com os maridos, o normal era as mulheres caminharem lado a lado com Sísifo. Condenadas a rolar suas vidas à sombra dos homens, iam empurrando cotidianamente seus desejos sufocados, as tarefas domésticas, a vida do lar, o cuidado do outro, de forma invisível e sem reconhecimento. Quando enxergadas, ou era para abrigar os traços da histeria, ou para facilitar a compreensão de um comportamento estudado a partir de um corpus masculino: o masoquismo. Porém, à lição do mestre que encontra sentido na repetição, elas também foram ressignificando seus papéis, desafiando regras e posições e rompendo limites. Daí surge uma mulher que ousa roubar o fogo dos seus guardiões para queimar sutiãs, incendiar seus desejos e manter acesa a chama do prazer, a mulher-Prometeu, irreverente que só. Por desejo ou necessidade, deixou crescer o falo, lutou por acesso à educação, à ciência e à cultura e foi encontrar os homens no sexo, no mundo do trabalho, na academia, na política, na literatura. Esse ato de coragem, entretanto, não é isento de castigo; essa mulher enfrenta resistência, críticas e punição social semelhantes às impostas ao gigante mitológico ao roubar o fogo dos deuses para a evolução dos humanos.Ao ser libertada por Hércules, com o fígado regenerado e as brasas ainda ardentes, essa mulher, certamente desafiada pelo pensamento freudiano, acende os pontos de luz de sua rede neural e põe-se a pensar sobre onde, de fato, reside o masoquismo. À luz das teorias feministas, defende que o masoquismo feminino é, na verdade, resultado de construções sociais e culturais que reforçam papéis de gênero opressores. O debate, então, posiciona suas lentes para identificar como a sociedade molda os comportamentos masculinos, femininos, gays, lésbicos e tais, em vez de apenas atribuir características essenciais a um gênero ou outro. De volta ao caleidoscópio maluco que nada tem de simetria, na difícil tentativa de configurar as estruturas complexas em constante mudança, na impossibilidade de engessar o tempo e os costumes, e na consideração da importância do social para a formação de nossa personalidade, vale aceitar nossas veredas internas, retas ou tortuosas, repletas de encruzilhadas, e depararmo-nos com nós mesmos, mulheres fálicas e/ou masoquistas, homens masoquistas e/ou fálicos. Todos com direito a uma vida livre de padronizações e formatos, lindamente representados e eternizados nas figuras do Jardim das Delícias, de Bosch.
Reverberações: A Dinâmica da Transferência e Contratransferência na Clínica Atual

Reverberações: A Dinâmica da Transferência e Contratransferência na Clínica Atual

A psicanálise, desde seus primórdios com Freud, nos convida a um mergulho profundo nas complexidades da mente humana, e poucos conceitos são tão centrais e dinâmicos quanto os de transferência e contratransferência. Estes fenômenos, que se desdobram na relação analítica, são o próprio motor do processo terapêutico, revelando as repetições inconscientes e os padrões relacionais que o analisando traz consigo. Compreender suas nuances e seu manejo é um desafio constante e uma arte que se aprimora com a experiência e a reflexão contínua, exigindo do analista uma escuta atenta e uma sensibilidade apurada para as manifestações do inconsciente.
Reverberações EPP: A Essência da Transferência e Contratransferência na Clínica Atual

Reverberações EPP: A Essência da Transferência e Contratransferência na Clínica Atual

Na jornada da psicanálise, alguns conceitos permanecem como pilares inabaláveis, mesmo diante das transformações sociais e clínicas que testemunhamos. A transferência e a contratransferência são, sem dúvida, dois desses fenômenos fundamentais, que continuam a nos convidar a uma profunda reflexão sobre a dinâmica da relação analítica. Compreender suas manifestações e seu manejo é essencial para qualquer profissional que se dedique à escuta do inconsciente, pois é nesse campo relacional que grande parte do trabalho terapêutico se desenrola e se potencializa.
Workshop EPP: Formação vs. Pós-Graduação EAD – Uma Reflexão Crucial para o Futuro Psicanalista

Workshop EPP: Formação vs. Pós-Graduação EAD – Uma Reflexão Crucial para o Futuro Psicanalista

Workshop EPP: Formação vs. Pós-Graduação EAD – Uma Reflexão Crucial para o Futuro PsicanalistaA Escola Paulista de Psicanálise (EPP) tem o prazer de anunciar um evento de aquecimento que promete ser um marco para todos aqueles que consideram a psicanálise como um campo de estudo e atuação profissional. No dia 23 de abril de 2026, às 20h (EDT), realizaremos o workshop online 'Como escolher entre Formação e Pós-Graduação EAD: Uma Reflexão Preparatória'. Este encontro não é apenas uma apresentação de cursos, mas um convite à introspecção e ao discernimento sobre o percurso mais adequado para sua jornada na psicanálise.
Transferência e Contratransferência: Pilares da Clínica Psicanalítica Atual

Transferência e Contratransferência: Pilares da Clínica Psicanalítica Atual

A psicanálise, desde seus primórdios com Freud, estabeleceu um campo de compreensão profunda sobre o psiquismo humano, e no cerne dessa exploração residem conceitos fundamentais como a transferência e a contratransferência. Estes não são meros termos técnicos, mas sim as lentes através das quais a dinâmica da relação analítica se revela, permitindo ao psicanalista acessar as camadas mais íntimas do inconsciente do paciente. Compreender a complexidade desses fenômenos é essencial para qualquer um que se dedique à prática clínica, pois eles delineiam o palco onde as curas e os insights mais significativos podem emergir.
A Essência da Formação Psicanalítica: Tripé e Supervisão na EPP

A Essência da Formação Psicanalítica: Tripé e Supervisão na EPP

A Jornada do Psicanalista: Um Compromisso com a ProfundidadeA formação do psicanalista é um percurso singular, que transcende o mero acúmulo de conhecimento teórico. Na Escola Paulista de Psicanálise (EPP), compreendemos essa jornada como um compromisso ético e existencial, fundamentado em pilares que garantem a profundidade e a responsabilidade da prática clínica. Este caminho, delineado por Freud, conhecido como o tripé psicanalítico, é a bússola que orienta a construção de um profissional apto a acolher as complexidades da alma humana, oferecendo um espaço de escuta e transformação.
Psicanálise e Contemporaneidade: Novos Sintomas – Uma Reflexão Preparatória

Psicanálise e Contemporaneidade: Novos Sintomas – Uma Reflexão Preparatória

A Psicanálise diante dos Desafios AtuaisA psicanálise, desde seus primórdios, sempre se debruçou sobre os impasses do sujeito em seu tempo, buscando decifrar as formações do inconsciente que se manifestam no mal-estar cultural. Em nossa era, somos confrontados por uma aceleração sem precedentes, onde as fronteiras entre o público e o privado se esvaem e a busca incessante por validação digital molda novas formas de sofrimento psíquico. Este cenário complexo nos impulsiona a questionar como a teoria psicanalítica pode nos auxiliar a decifrar os "novos sintomas" que emergem, exigindo uma escuta e uma teorização em constante movimento.